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Um passeio pelo carnaval de São Luís

O carnaval de São Luís começa no início de janeiro com o desfile de bandas – compostas principalmente por instrumentos de sopro – que saem às ruas para esquentar os foliões. Além das tradicionais escolas de samba, uma das grandes atrações do carnaval da cidade são os diversos blocos que representam aspectos culturais da região. Fofões Os foliões se vestem com macacões estampados que lembram os palhaços da Comédia Del Arte e usam máscaras inspiradas em filmes de terror. Tribos de Índio Os brincantes são meninos e adolescentes que se vestem com trajes dos índios norte – americanos e imitam um ritual de cura conduzido por um pajé. Casinha da roça Trata-se de um carro alegórico que reproduz uma típica casa da roça recoberta com palha. No interior da casa, vários tipos maranhenses brincam ao ritmo do tambor de crioula. Blocos Tradicionais Surgidos na década de 50, seus integrantes usam fantasias luxuosas e brincam ao som forte dos tambores com coreografias cadenciadas. Blocos Alternativos Os blocos, que tocam marchinhas e músicas que já se tornaram típicas do carnaval maranhense é a grande pedida. São blocos alternativos que arrastam multidões animadas por uma banda em cima de um carro tipo trio elétrico, com músicas compostas especialmente para o período. Tambor de Crioula Um dos rituais mais populares nas casas de cultura afro do Maranhão é o tambor de crioula, uma celebração baseada na música e dança que mistura fé e diversão. Uma homenagem a São Benedito (santo negro e filho de escravos, natural da Itália), é organizada ao ar livre em qualquer época do ano para celebrar datas, momentos marcantes ou pagar promessas. Os coreiros e coreiras reúnem-se em um círculo, com homens tocando e cantando as toadas enquanto as mulheres dançam. Embaladas pelo ritmo acelerado dos tambores, as coreiras interagem através da punga, ou umbigada: batem de frente com a barriga em quem está no centro da roda, saúdam uma companheira e a convidam para dançar. A percussão embalada pelos coreiros é composta por três tambores, sempre tocados com a mão, formando uma parelha. O maior deles, chamado de roncador ou rufador, anuncia a punga; o médio (meião, socador ou chamador) marca o ritmo e o menor (perengue, merengue ou crivador) faz um som repicado. A matraca também é usada para cadenciar as coreiras. Grandes saias rodadas e estampadas, torsos na cabeça, pulseras e colares, além da blusa branca de renda, compõem o alegre vestuário feminino. A maioria dos grupos que mantém viva a cultura do tambor de crioula está ligada às associações de bumba-meu-boi, outra tradição fundamental do estado. Tambor de Mina Religião afro-brasileira trazida pelos descendentes negros de origem jeje e nagô. Semelhante ao Candomblé da Bahia, o culto acontece em casas conhecidas como terreiros, onde os iniciados cultuam, invocam e incorporam entidades espirituais durante os rituais. As mulheres compõem grande parte dos iniciados e usam roupas especiais na ocasião. São utilizados instrumentos como tambores, cabaças, triângulos e agogôs.]]>

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